CVE-2020-37095: Estouro de buffer baseado em pilha no Cyberoam Authentication Client
A CVE-2020-37095 é registrada para o Cyberoam Authentication Client 2.1.2.7 como estouro de buffer baseado em pilha, que pode permitir execução remota de código ao sobrescrever a memória SEH. O registro traz pontuação CVSS 3.1 de 9.8 (crítica), atribuída pela VulnCheck. Não há indicação de inclusão no catálogo KEV nem dados estruturados de versões afetadas ou corrigidas.
Visão geral
A CVE-2020-37095 está registrada como estouro de buffer baseado em pilha no Cyberoam Authentication Client 2.1.2.7. O registro foi publicado em 2026-02-07, e a VulnCheck atua como CNA. Além dos dados CVSS fornecidos pela VulnCheck, o registro não traz outros detalhes de enriquecimento da NVD.
Impacto
- A descrição afirma que um atacante remoto poderia executar código arbitrário ao sobrescrever a memória SEH.
- O vetor CVSS 3.1 indica ataque pela rede, sem privilégios e sem interação do usuário, com alto impacto na confidencialidade, integridade e disponibilidade.
- A descrição também menciona que o resultado pode incluir um bind TCP shell com acesso em nível de sistema. Essa informação consta do registro e não foi verificada de forma independente aqui.
Produtos e versões afetadas
- A descrição cita o Cyberoam Authentication Client 2.1.2.7.
- O registro não traz faixa estruturada de versões afetadas nem versão corrigida.
Status de exploração
- Este registro não indica inclusão da CVE no catálogo KEV da CISA, por isso não se afirma exploração ativa.
- Não aparece nas fontes consultadas nenhuma exploração confirmada na natureza.
- O registro referencia uma entrada no Exploit-DB, o que indica a existência de material público de exploração. A probabilidade EPSS é 0,00754, com percentil 0,53877, conforme registrado.
Correção e mitigação
- Faça o inventário dos sistemas com o Cyberoam Authentication Client, com atenção especial à versão 2.1.2.7.
- Consulte o fornecedor e o aviso da VulnCheck para verificar atualizações. As fontes consultadas não confirmam uma versão corrigida.
- Restrinja o alcance de rede ao cliente e à sua configuração de endereço do servidor, limitando a exposição dos hosts afetados.
- Se não houver correção do fornecedor e o produto não tiver mais suporte, planeje a remoção ou substituição.
Orientações de detecção
- Monitore hosts com o cliente para portas em escuta inesperadas, incluindo um listener não reconhecido na porta TCP 1337.
- Revise logs de aplicação e do sistema em busca de falhas do cliente e processos filhos incomuns.
- Gere alertas para conexões de entrada inesperadas nos hosts que executam este software.
Limitações das informações disponíveis
- O registro não informa versões corrigidas, situação de correção do fornecedor nem faixa completa de versões afetadas.
- As pontuações CVSS 4.0 e 3.1 vêm da VulnCheck; não há outra fonte de pontuação no registro.
- A data da EPSS, 2026-10-13, é reproduzida como registrada e não foi conferida em outra fonte.
Perguntas frequentes
A CVE-2020-37095 é conhecida por ser explorada na natureza?
O registro não indica inclusão no catálogo KEV da CISA, e nas fontes consultadas não aparece exploração confirmada. O registro referencia uma entrada no Exploit-DB, o que mostra a existência de material público de exploração.
Qual versão é afetada?
A descrição cita o Cyberoam Authentication Client 2.1.2.7. O registro não traz faixa estruturada de versões afetadas nem versão corrigida, por isso outras versões não podem ser confirmadas.
O que os defensores devem fazer agora?
Façam o inventário das implantações, verifiquem atualizações no fornecedor e nos avisos, restrinjam a exposição de rede e monitorem listeners e conexões inesperadas.
Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.