CVE Intelligence
Análise Assistido por IA

CVE-2026-108895: Injeção de Comando do SO na Função setDMZ do Linksys E1700

Uma fraqueza de injeção de comando (CWE-77) na função setDMZ do Linksys E1700 na versão 1.0.0.4.003 pode ser acionada remotamente por meio da manipulação do argumento MAC_addr. A VulDB classifica como crítica, com pontuação base CVSS 3.1 de 9.9 publicada pelo CNA. Há um exploit público mencionado, o fabricante não respondeu à divulgação e o registro não lista versão corrigida.

Publicada em 13/10/2026 · Atualizada em 13/10/2026 · Read in English

Visão geral

O registro descreve uma fraqueza de injeção de comando na função setDMZ, acessível em /goform/setDMZ no Linksys E1700 versão 1.0.0.4.003. A fraqueza é classificada como CWE-77 (Injeção de Comando). Segundo a descrição, a manipulação do argumento MAC_addr pode levar à execução de comandos do sistema operacional.

Impacto

  • O vetor CVSS 3.1 do registro é AV:N/AC:L/PR:L/UI:N/S:C/C:H/I:H/A:H, que indica falha explorável pela rede, com baixa complexidade de ataque, exigência de privilégios baixos, sem interação do usuário, mudança de escopo e alto impacto na confidencialidade, integridade e disponibilidade.
  • A pontuação base de 9.9 é atribuída ao CNA VulDB. As demais pontuações listadas no registro vêm de versões diferentes do CVSS e de outros provedores, e divergem desse valor.
  • Como o vetor inclui mudança de escopo, um ataque bem-sucedido poderia afetar componentes além da função vulnerável. Os limites exatos não são descritos no registro.

Produtos e versões afetados

  • Produto listado: Linksys E1700, versão 1.0.0.4.003.
  • O registro não lista outras versões afetadas nem uma versão corrigida. Não é possível saber, com os dados disponíveis, se versões anteriores ou posteriores são afetadas.

Status de exploração

  • O registro informa que um exploit foi disponibilizado ao público e pode ser usado em ataques. Há uma referência a um repositório marcada como exploit no registro.
  • O registro indica que a vulnerabilidade não consta no catálogo Known Exploited Vulnerabilities da CISA. Nas fontes consultadas não há confirmação de exploração ativa.
  • Os dados SSVC do registro classificam a exploração como prova de conceito e a automatização como não. A probabilidade EPSS é de cerca de 2,2 por cento, com data de 2026-10-13.

Remediação e mitigação

  • O registro não lista correção do fabricante, e o fabricante não respondeu à divulgação. Recomenda-se consultar o site da Linksys em busca de avisos de firmware ou suporte, tratando a ausência de correção como desconhecida e não como inexistente.
  • Restrinja o acesso à interface de administração web do equipamento a redes administrativas confiáveis e desative a administração remota quando ela não for necessária.
  • Considere substituir ou isolar os equipamentos afetados que não puderem ser protegidos, sobretudo quando estiverem expostos a redes não confiáveis.
  • Acompanhe a entrada da VulDB e o registro CVE para atualizações.

Orientações de detecção

  • Revise os registros do equipamento e da rede em busca de requisições incomuns ao endpoint setDMZ, especialmente as que contenham conteúdo inesperado no parâmetro de endereço MAC.
  • Procure conexões de saída inesperadas ou alterações de configuração originadas no roteador.
  • Mantenha um inventário dos equipamentos com a versão afetada para priorizar o monitoramento.

Limitações das informações disponíveis

  • O registro não descreve as condições exatas para exploração além do vetor, nem se a autenticação é exigida em todas as configurações.
  • Não há aviso do fabricante, correção ou versão corrigida disponível no registro.
  • A lista de versões afetadas contém apenas uma entrada, por isso o escopo completo é desconhecido.
  • A descrição é baseada em análise de terceiros da VulDB; o fabricante não confirmou as informações.

Perguntas frequentes

Esta vulnerabilidade do Linksys E1700 é explorada ativamente?

O registro não a lista no catálogo KEV da CISA, e nas fontes consultadas não há confirmação de exploração ativa. O registro informa que existe um exploit público, por isso o risco de exploração deve ser levado a sério.

Existe versão corrigida para este problema?

O registro não lista versão corrigida, e o fabricante não respondeu à divulgação. A ausência de correção listada é uma informação desconhecida, e não prova de que nenhuma correção exista.

Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.