CVE-2026-11720: Travessia de diretório no construtor de URL de ferramentas HTTP do Google MCP Toolbox for Databases
A CVE-2026-11720 é uma falha de travessia de diretório no construtor de URL de ferramentas HTTP do Google MCP Toolbox for Databases, em que sequências de ponto em parâmetros de caminho são normalizadas durante a resolução da URL. O registro indica como faixa afetada as versões anteriores à 1.3.0 e aponta um pull request de correção, com severidade crítica pelo CVSS 3.1. A CVE não consta no catálogo KEV da CISA e nenhuma exploração confirmada aparece nas fontes consultadas.
Visão geral
A CVE-2026-11720 afeta o construtor de URL de ferramentas HTTP do Google MCP Toolbox for Databases. O construtor insere parâmetros de caminho fornecidos pelo usuário em um caminho de ferramenta configurado e depois resolve o resultado como URL relativa. O registro informa que a validação cobre esquema, host e informações de usuário, mas a resolução final depende de ResolveReference, que normaliza segmentos de ponto. Essa é a origem da fraqueza de travessia de diretório (CWE-22).
Impacto
O registro descreve a possibilidade de um cliente fazer o toolbox enviar requisições a endpoints não pretendidos no mesmo host alvo, usando as credenciais configuradas da ferramenta. O vetor CVSS 3.1 informado pelo NVD indica alto impacto em confidencialidade e integridade, sem exigir privilégios nem interação do usuário.
- Possível acesso a endpoints fora do escopo de caminho configurado pelo operador.
- Possível exposição das credenciais configuradas do toolbox a endpoints não pretendidos.
- O registro não descreve impacto na disponibilidade.
Produtos e versões afetadas
- Google MCP Toolbox for Databases, versões inferiores à 1.3.0.
- O registro referencia um pull request de correção no repositório upstream, mas não indica uma versão corrigida específica. Assim, considerar a 1.3.0 como primeira versão fora da faixa é uma inferência.
Status de exploração
A CVE não consta no catálogo Known Exploited Vulnerabilities da CISA. Nenhuma exploração confirmada na natureza aparece nas fontes consultadas para esta análise.
Correção e mitigação
- Identifique todas as implantações do Google MCP Toolbox for Databases e suas versões.
- Planeje a atualização para uma release que inclua a correção referenciada pelo pull request upstream, e confirme a versão pelas notas de release do fornecedor.
- Até que a atualização seja aplicada, restrinja quais clientes podem fornecer parâmetros de caminho para os endpoints das ferramentas e limite as credenciais que o toolbox possui para o host alvo.
- Revise o escopo das credenciais configuradas para que uma travessia exponha o mínimo possível.
Orientações de detecção
- Analise os logs do toolbox em busca de requisições de saída cujos caminhos resolvidos estejam fora do caminho previsto para a ferramenta.
- Monitore acessos inesperados a endpoints administrativos ou sensíveis no mesmo host usando as credenciais do toolbox.
- Gere alertas para parâmetros de caminho que contenham segmentos de ponto ou caracteres de travessia codificados, apenas como sinal de alto nível.
Limitações das informações disponíveis
O registro não informa um número de versão corrigida específico, o conjunto completo de builds afetados nem detalhes de prova de conceito. O valor de EPSS é baixo no momento do registro, mas isso não confirma exposição ou exploração. Não foi verificado nas fontes consultadas se a correção remove completamente a fraqueza.
Perguntas frequentes
O que é a CVE-2026-11720?
É uma vulnerabilidade de travessia de diretório no construtor de URL de ferramentas HTTP do Google MCP Toolbox for Databases. Segmentos de ponto em parâmetros de caminho são normalizados na resolução da URL, o que pode levar requisições para fora do escopo de caminho configurado.
Quais versões são afetadas?
O registro indica versões inferiores à 1.3.0. Ele também referencia um pull request de correção, mas não informa uma versão corrigida específica.
Esta vulnerabilidade está sendo explorada?
A CVE não consta no catálogo KEV da CISA, e nenhuma exploração confirmada aparece nas fontes consultadas para esta análise.
O que os operadores devem fazer agora?
Identificar as implantações afetadas, planejar a atualização para uma release que inclua a correção referenciada e limitar as credenciais e os clientes que podem acessar os endpoints das ferramentas até que a atualização seja aplicada.
Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.