CVE-2026-1727: Agentspace: exposição de informações sensíveis por nomes previsíveis de buckets do Cloud Storage
O serviço Agentspace usava nomes previsíveis de buckets do Google Cloud Storage para logs de erro e preparação temporária durante importações de dados do GCS e do Cloud SQL. Essa previsibilidade permitia que um atacante criasse esses buckets antes do primeiro uso pelo cliente, padrão que o registro chama de bucket squatting. Segundo o registro, as versões posteriores a 12 de dezembro de 2025 já incluem a correção e nenhuma ação do usuário é necessária.
Visão geral
O registro descreve uma fraqueza no serviço Agentspace em que nomes previsíveis de buckets do Google Cloud Storage eram usados para logs de erro e preparação temporária durante importações de dados do GCS e do Cloud SQL. Como os nomes podiam ser antecipados, um terceiro poderia criar os buckets antes do cliente, prática que o registro chama de bucket squatting. A referência citada são as notas de versão do Gemini Enterprise de 6 de fevereiro de 2026, vinculadas a este CVE no registro.
Impacto
- A fraqueza é classificada como CWE-200, Exposição de Informações Sensíveis.
- O CNA atribuiu pontuação base CVSS 4.0 de 9,1, com vetor de rede, baixa complexidade de ataque, nenhum privilégio exigido e nenhuma interação do usuário. O vetor indica alto impacto em confidencialidade e integridade no sistema vulnerável.
- O registro não especifica quais tipos de dados eram registrados ou preparados nos buckets afetados.
Produtos e versões afetados
- O registro não lista produtos nem intervalos de versões afetados de forma estruturada, por isso as versões afetadas do Agentspace são desconhecidas nas fontes consultadas.
- O registro informa que as versões posteriores a 12 de dezembro de 2025 foram atualizadas.
- Se versões anteriores foram afetadas é uma inferência a partir dessa data, não uma afirmação explícita.
Status de exploração
- O registro indica que este CVE não consta no catálogo KEV da CISA.
- Nenhuma exploração confirmada na natureza aparece nas fontes consultadas.
- O registro informa probabilidade EPSS de 0,00293 e percentil de 0,2033.
Correção e mitigação
- O registro informa que nenhuma ação do usuário é necessária para versões atualizadas após 12 de dezembro de 2025.
- Confirme pelas notas de versão do fornecedor que seu ambiente usa uma versão atual.
- Revise quais buckets do Cloud Storage o serviço usa nas importações e confirme que sua organização os possui e controla.
- Avalie se logs ou arquivos preparados nesses buckets contêm dados que exigem proteção ou políticas de retenção adicionais.
Orientações de detecção
- Faça um inventário dos buckets do Cloud Storage associados ao serviço e confirme que cada um pertence à sua organização.
- Monitore eventos de criação de buckets com nomes compatíveis com os fluxos de importação ou de logs do serviço que você não criou.
- Revise os logs de acesso dos buckets usados pelo serviço em busca de padrões de acesso inesperados.
Limitações das informações disponíveis
- O registro não contém título, lista de versões afetadas, identificadores de versões corrigidas nem identificadores de correção.
- A única referência do fornecedor são as notas de versão, que não descrevem o escopo técnico da alteração.
- O registro traz a pontuação CVSS do CNA e não apresenta uma pontuação NVD separada.
- A data do EPSS no registro (2026-10-13) é posterior à data de publicação (2026-02-06), por isso os valores EPSS devem ser verificados antes do uso.
Perguntas frequentes
Qual é a fraqueza central do CVE-2026-1727?
O serviço Agentspace usava nomes previsíveis de buckets do Google Cloud Storage para logs de erro e preparação temporária durante importações de dados, o que permitia que um terceiro criasse esses buckets primeiro.
Este CVE exige ação do usuário?
O registro informa que as versões posteriores a 12 de dezembro de 2025 já incluem a correção e que nenhuma ação do usuário é necessária. Ainda assim, é recomendável confirmar sua versão nas notas de versão do fornecedor.
Há exploração ativa conhecida deste CVE?
O registro indica que ele não consta no catálogo KEV da CISA, e nenhuma exploração confirmada na natureza aparece nas fontes consultadas.
Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.