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CVE-2026-25737: Budibase: upload arbitrário de arquivos que contorna restrições apenas na interface

A CVE-2026-25737 afeta o Budibase na versão 3.24.0 e anteriores. As restrições de extensão de arquivo configuradas são aplicadas somente na interface, permitindo que um atacante as contorne e envie arquivos maliciosos. Nas fontes consultadas não há confirmação de exploração ativa.

Publicada em 24/10/2026 · Atualizada em 24/10/2026 · Read in English

Visão geral

A CVE-2026-25737 é uma fraqueza de upload de arquivos no Budibase, uma plataforma low code usada para criar ferramentas internas, fluxos de trabalho e painéis administrativos. Segundo o registro, existem restrições de extensão de arquivo no produto, mas elas são aplicadas apenas na interface do usuário, o que significa que o servidor não bloqueia de forma confiável os arquivos não permitidos.

Impacto

  • O registro afirma que um atacante pode contornar as restrições da interface e enviar arquivos maliciosos.
  • O registro associa a falha ao CWE-79 (Cross-site Scripting). O título do registro também menciona SSRF e XSS armazenado, mas as fontes consultadas não descrevem esses efeitos em detalhes.
  • O NVD classifica a falha com nota 9.0 (crítica), com vetor CVSS 3.1 que inclui alto impacto em confidencialidade, integridade e disponibilidade, além de mudança de escopo. O GitHub atribui nota 8,9.

Produtos e versões afetadas

  • Produto: Budibase (Budibase).
  • Afetado: 3.24.0 e anteriores.
  • Nenhuma versão corrigida consta no registro. Isso não significa que não exista correção; o status da correção é desconhecido nas fontes analisadas.

Status de exploração

  • O catálogo KEV da CISA não lista esta CVE, portanto não há registro de exploração ativa confirmada ali.
  • Os dados SSVC do registro classificam a exploração como prova de conceito, e a referência do aviso está marcada como relacionada a exploit. Nas fontes consultadas não há exploração confirmada na natureza.

Correção e mitigação

  • Verifique se a implantação do Budibase usa a versão 3.24.0 ou anterior e planeje a atualização para uma versão que inclua a correção do fornecedor, seguindo o aviso do GitHub.
  • Não dependa de validações de tipo de arquivo feitas na interface. Aplique validação de tipo, tamanho e conteúdo no servidor.
  • Restrinja quem pode enviar arquivos para as ferramentas internas e revise os arquivos já armazenados em busca de tipos inesperados.
  • Sirva arquivos enviados com tipos de conteúdo seguros e cabeçalhos de segurança restritivos, evitando renderizar arquivos fornecidos por usuários no mesmo contexto da aplicação.

Orientações de detecção

  • Revise os logs da aplicação e do armazenamento em busca de envios com extensões ou tipos MIME inesperados, principalmente de contas com pouco privilégio.
  • Procure arquivos enviados que depois são acessados ou renderizados em um navegador.
  • Monitore conexões de saída do servidor Budibase para destinos incomuns, considerando a menção a SSRF no título do registro, embora os detalhes do SSRF não tenham sido verificados.

Limitações das informações disponíveis

  • O registro não informa versão corrigida, não traz detalhes de prova de conceito além do rótulo SSVC e não descreve tecnicamente a forma de contorno.
  • Os efeitos de SSRF e XSS armazenado citados no título não são descritos no campo de descrição.
  • O valor EPSS é baixo (probabilidade de 0,00398), mas é uma estimativa estatística e não altera a gravidade da falha.

Perguntas frequentes

Quais versões do Budibase são afetadas pela CVE-2026-25737?

O registro indica o Budibase na versão 3.24.0 e anteriores. Nenhuma versão corrigida consta nas fontes analisadas, então consulte o aviso do GitHub para o status atual da correção.

Por que um atacante consegue contornar as restrições de arquivo?

Segundo o registro, as restrições de extensão são aplicadas somente na interface e não de forma confiável no servidor, o que permite enviar arquivos não permitidos.

Há registro de exploração ativa dessa vulnerabilidade?

A CVE não consta no catálogo KEV da CISA e nas fontes consultadas não há exploração confirmada na natureza. Os dados SSVC classificam a exploração como prova de conceito.

O que os administradores devem fazer agora?

Confirmar se a implantação usa a versão 3.24.0 ou anterior, planejar a atualização conforme o aviso do fornecedor, aplicar validação de arquivos no servidor e restringir quem pode enviar arquivos.

Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.