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CVE-2026-5433: Honeywell Control Network Module (CNM): injeção de comando na interface web

O Control Network Module (CNM) da Honeywell contém uma falha de injeção de comando (CWE-77) na interface web que pode levar potencialmente à execução remota de código. O registro classifica a severidade como crítica, com pontuação base CVSS 3.1 de 9.1. Os registros listam versões afetadas de 100.1 a 110.2 e nenhuma versão corrigida, e o fabricante recomenda migrar para a versão mais recente.

Publicada em 13/10/2026 · Atualizada em 13/10/2026 · Read in English

Visão geral

O Control Network Module (CNM) da Honeywell contém uma vulnerabilidade de injeção de comando (CWE-77) em sua interface web. Segundo o registro, um atacante poderia explorá-la por meio de delimitadores de comando, o que pode resultar em execução remota de código. A pontuação base CVSS 3.1 do registro é 9.1, classificada como crítica.

Impacto

  • A exploração bem-sucedida pode levar potencialmente à execução remota de código no dispositivo afetado.
  • O vetor CVSS do registro indica vetor de ataque pela rede, baixa complexidade, privilégios altos exigidos, nenhuma interação do usuário, escopo alterado e alto impacto na confidencialidade, integridade e disponibilidade.
  • Os dados SSVC do registro classificam o impacto técnico como total.

Produtos e versões afetadas

  • Honeywell International Inc. Control Network Module (CNM).
  • O registro indica a faixa afetada de 100.1 a 110.2. A descrição cita 100.1, 101.1, 110.1 e 110.2 como afetadas.
  • O registro não traz nenhuma versão corrigida. A descrição informa que a Honeywell recomenda atualizar para a versão mais recente, identificada ali como 200.1. O registro não confirma se a 200.1 resolve esta falha específica.

Situação de exploração

  • O registro indica que a vulnerabilidade não consta no catálogo KEV da CISA.
  • Nenhuma exploração confirmada aparece nas fontes consultadas.
  • O SSVC indica exploração como none e automatizável como no.
  • A probabilidade EPSS é 0,01551, com percentil de 0,7445, conforme registrado.

Correção e mitigação

  • Inventarie todas as implantações do CNM e identifique versões dentro da faixa afetada.
  • Consulte a página de segurança de produtos da Honeywell e planeje a atualização para a versão mais recente recomendada pelo fabricante.
  • Restrinja o acesso à interface web a redes administrativas confiáveis até que o dispositivo seja atualizado.
  • Limite o número de contas com privilégios elevados, já que o vetor CVSS exige esses privilégios para a exploração.
  • Caso a atualização não possa ser aplicada de imediato, documente o risco e adote controles de rede compensatórios.

Orientações de detecção

  • Revise os logs da interface web em busca de requisições inesperadas ou padrões de entrada incomuns.
  • Monitore os hosts do CNM quanto a processos inesperados, alterações de configuração ou conexões de saída.
  • Correlacione alertas dessas fontes com o inventário de ativos para priorizar os dispositivos afetados.

Limitações das informações disponíveis

  • O registro não informa versão corrigida nem detalhes de patch.
  • O status da fonte é Undergoing Analysis, portanto os detalhes podem mudar.
  • O registro contém uma única referência do fabricante e nenhuma análise técnica independente.
  • A lista de versões afetadas aparece tanto na faixa quanto na descrição, e o registro não esclarece eventuais diferenças entre elas.

Perguntas frequentes

Qual é a vulnerabilidade no Honeywell CNM?

O registro descreve uma falha de injeção de comando (CWE-77) na interface web do CNM que pode levar potencialmente à execução remota de código.

Quais versões são afetadas?

O registro indica a faixa de 100.1 a 110.2, e a descrição cita 100.1, 101.1, 110.1 e 110.2 como afetadas.

Existe uma versão corrigida?

O registro não informa versão corrigida. O fabricante recomenda atualizar para a versão mais recente, identificada como 200.1, mas o registro não confirma que isso resolve o problema.

Esta vulnerabilidade está sendo explorada?

O registro indica que ela não consta no catálogo KEV da CISA, e nenhuma exploração confirmada aparece nas fontes consultadas.

Esta análise foi redigida com auxílio de IA a partir de dados verificados das fontes e checada automaticamente contra eles.