CVE-2026-13480 — Out-of-bounds read in LoRaWAN fragmented data block transport (FUOTA) downlink handler
The LoRaWAN TS004 Fragmented Data Block Transport handler frag_transport_package_callback() in subsys/lorawan/services/frag_transport.c parses downlink command bytes without validating that enough payload bytes remain before each access. The loop's only bound is rx_pos < len; after consuming the one-byte command id the handler cast rx_buf + rx_pos to a 10-byte struct frag_transport_setup_req, and for a DATA_FRAGMENT command passed &rx_buf[rx_pos] to the fragment decoder, which reads exactly ctx.frag_size bytes — with no remaining-length check in either case. The fragment size is attacker-chosen in a preceding FRAG_SESSION_SETUP command (ctx.frag_size = req->frag_size, capped at CONFIG_LORAWAN_FRAG_TRANSPORT_MAX_FRAG_SIZE, default 232). rx_buf aliases the 255-byte static MacCtx.RxPayload buffer in the loramac-node MAC layer, while len is the actual decrypted payload length. By padding a downlink with mismatched-index DATA_FRAGMENT filler commands (each advancing rx_pos by three bytes without producing an answer) and appending one matching-index fragment near the end of the payload, an attacker can make the decoder read up to roughly frag_size bytes past the end of RxPayload, copying adjacent static memory into the decoder buffers and the FUOTA flash image. The handler runs only on downlinks that have already passed the LoRaWAN frame MIC and FRMPayload decryption, so the defect is reachable only by a party holding the device's session keys (the FUOTA server or an attacker who has compromised those keys). The out-of-bounds bytes are never returned to the sender — the only uplink emitted is a status answer carrying fragment counts — so there is no direct disclosure channel, and on typical flat-memory LoRaWAN MCUs the over-read stays within mapped memory, making a crash unlikely. The impact is therefore a bounded out-of-bounds read with limited confidentiality consequence and no write or control-flow primitive. The fix adds remaining-length guards before each access.
Descrição oficial em inglês (tradução ainda não revisada).
Quem explora e qual a prioridade
Nota de 0 a 100 que combina exploração confirmada, uso por ransomware e grupos APT, exploits públicos, EPSS e severidade.
Como a nota foi calculada
- Sem sinais pontuáveis.
A nota ordena a fila de correção; não substitui o contexto dos seus ativos (exposição à internet, criticidade, compensações).
Triagem
Está sendo explorada, qual a probabilidade de exploração, o que afeta e qual a severidade segundo as fontes.
Avaliação SSVC da CISA CISA
Três pontos de decisão que a CISA publica para as CVEs que avalia (SSVC 2.0.3). Uma decisão de priorização, não uma nota de severidade.
Remediação
Correções e mitigações documentadas pelas fontes — com link para o aviso original.
- Patch documentado — github.com (NIST National Vulnerability Database)
- Patch documentado — github.com (NIST National Vulnerability Database)
Primeiras 24 horas
Ordenado a partir dos próprios campos do registro — exposição primeiro, porque não se corrige o que não se encontrou. Ponto de partida, gerado por regras.
- Identifique ativos expostos que executam as combinações de fabricante/produto/versão afetadas (Zephyrproject Zephyr).
- Aplique a versão corrigida ou o patch documentado na seção Remediação.
- Procure nos logs disponíveis sinais de tentativa de exploração compatíveis com a classe da falha (validação de entrada), erros e anomalias de autenticação.
Escopo afetado
Fabricante, produto e versões como as fontes os descrevem.
| Fabricante | Produto | Versões | Status | Fonte |
|---|---|---|---|---|
| Zephyrproject | Zephyr | ≥ 3.7.0 e < 4.4.2 | Vulnerável | NIST National Vulnerability Database |
| Zephyrproject | Zephyr | ≥ 3.7.0 e < 4.4.2 | Vulnerável | CVE Program (cve.org) e CISA ADP |
Características do ataque
O vetor CVSS decodificado. Descreve o ataque, não a sua exposição a ele.
Todas as pontuações coletadas
As fontes pontuam de forma independente e podem discordar; cada linha diz quem pontuou e em qual versão.
| Nota | Versão | Severidade | Explor. | Impacto | Pontuado por |
|---|---|---|---|---|---|
| 3.1 | CVSS 3.1 | Baixa | 0.5 | 2.5 | vulnerabilities@zephyrproject.org via NIST National Vulnerability Database |
| 3.1 | CVSS 3.1 | Baixa | — | — | zephyr via CVE Program (cve.org) e CISA ADP |
CVSS:3.1/AV:A/AC:H/PR:H/UI:N/S:U/C:L/I:N/A:L (nota exibida no topo: vulnerabilities@zephyrproject.org) Fraqueza MITRE
Classe de fraqueza segundo o catálogo CWE do MITRE.
Detecção
Derivado do vetor CVSS e da classe da fraqueza. Pontos de partida, não regras testadas.
- Sem vetor ou classe de fraqueza suficientes: use os logs da aplicação afetada como ponto de partida.
Linha do tempo
O que aconteceu com esta CVE, do mais recente ao mais antigo.
- 2026
- Produtos afetados adicionados · zephyrproject/zephyr
- Avaliação SSVC atualizada
- Ficha publicada
- Correção documentada
- CVSS alterado · 3.1
- Status na fonte alterado · → Analyzed
- Registro criado nesta base
- CVE publicada
Atividade das fontes
Leituras que se repetem foram contadas em vez de listadas.
- 1× Descrição oficial atualizada · 15/10/2026 – 15/10/2026
Referências
2 no registro
Em outras páginas do site
CVEs relacionadas (mesmos produtos)
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Não consta em nenhuma fonte consultada
Listado em vez de deixado em branco: um campo vazio e um não medido parecem iguais na tela, e só um deles é motivo para procurar em outro lugar.
- Sem pontuação EPSS da FIRST.
- Nenhum IOC confirmado (IPs, domínios, hashes ou artefatos de malware) fornecido.
- Nenhum inventário de ativos, controle compensatório ou evidência de implantação de patch da sua organização.
- Nenhuma captura de tráfego de exploração, amostra de log ou caso de incidente.
Respondido a partir deste registro
Texto montado apenas com os campos acima — sem afirmações adicionais.
O que os defensores devem saber primeiro?
CVE-2026-13480 é "Out-of-bounds read in LoRaWAN fragmented data block transport (FUOTA) downlink handler", de severidade Baixa. Afeta Zephyr (Zephyrproject); as versões estão na tabela de escopo. Não está na CISA KEV, o que não exclui exploração. CVSS 3.1 descreve a severidade técnica. Verifique primeiro se ativos expostos ou críticos executam as versões afetadas, aplique as correções ou mitigações do fabricante e preserve logs para análise.
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