CVE-2026-33697 — CoCoS attested TLS is vulnerable to relay attacks via extracted ephemeral TLS keys
Cocos AI is a confidential computing system for AI. The current implementation of attested TLS (aTLS) in CoCoS is vulnerable to a relay attack affecting all versions from v0.4.0 through v0.8.2. This vulnerability is present in both the AMD SEV-SNP and Intel TDX deployment targets supported by CoCoS. In the affected design, an attacker may be able to extract the ephemeral TLS private key used during the intra-handshake attestation. Because the attestation evidence is bound to the ephemeral key but not to the TLS channel, possession of that key is sufficient to relay or divert the attested TLS session. A client will accept the connection under false assumptions about the endpoint it is communicating with — the attestation report cannot distinguish the genuine attested service from the attacker's relay. This undermines the intended authentication guarantees of attested TLS. A successful attack may allow an attacker to impersonate an attested CoCoS service and access data or operations that the client intended to send only to the genuine attested endpoint. Exploitation requires the attacker to first extract the ephemeral TLS private key, which is possible through physical access to the server hardware, transient execution attacks, or side-channel attacks. Note that the aTLS implementation was fully redesigned in v0.7.0, but the redesign does not address this vulnerability. The relay attack weakness is architectural and affects all releases in the v0.4.0–v0.8.2 range. This vulnerability class was formally analyzed and demonstrated across multiple attested TLS implementations, including CoCoS, by researchers whose findings were disclosed to the IETF TLS Working Group. Formal verification was conducted using ProVerif. As of time of publication, there is no patch available. No complete workaround is available. The following hardening measures reduce but do not eliminate the risk: Keep TEE firmware and microcode up to date to reduce the key-extraction surface; define strict attestation policies that validate all available report fields, including firmware versions, TCB levels, and platform configuration registers; and/or enable mutual aTLS with CA-signed certificates where deployment architecture permits.
Descrição oficial em inglês (tradução ainda não revisada).
Quem explora e qual a prioridade
Nota de 0 a 100 que combina exploração confirmada, uso por ransomware e grupos APT, exploits públicos, EPSS e severidade.
Como a nota foi calculada
- EPSS 0.1% (probabilidade de exploração em 30 dias)+0
- Severidade técnica (medium)+3
A nota ordena a fila de correção; não substitui o contexto dos seus ativos (exposição à internet, criticidade, compensações).
Triagem
Está sendo explorada, qual a probabilidade de exploração, o que afeta e qual a severidade segundo as fontes.
Avaliação SSVC da CISA CISA
Três pontos de decisão que a CISA publica para as CVEs que avalia (SSVC 2.0.3). Uma decisão de priorização, não uma nota de severidade.
Remediação
Correções e mitigações documentadas pelas fontes — com link para o aviso original.
- Mitigação documentada — github.com (NIST National Vulnerability Database)
Primeiras 24 horas
Ordenado a partir dos próprios campos do registro — exposição primeiro, porque não se corrige o que não se encontrou. Ponto de partida, gerado por regras.
- Identifique ativos expostos que executam as combinações de fabricante/produto/versão afetadas (Ultraviolet Cocos Ai, Ultravioletrs Cocos).
- Aplique as mitigações documentadas enquanto não houver correção definitiva.
- Procure nos logs disponíveis sinais de tentativa de exploração, erros e anomalias de autenticação.
Escopo afetado
Fabricante, produto e versões como as fontes os descrevem.
| Fabricante | Produto | Versões | Status | Fonte |
|---|---|---|---|---|
| Ultraviolet | Cocos Ai | ≥ 0.4.0 e < 0.9.0 | Vulnerável | NIST National Vulnerability Database |
| Ultravioletrs | Cocos | versão >= 0.4.0, < 0.8.2 | Vulnerável | CVE Program (cve.org) e CISA ADP |
Características do ataque
O vetor CVSS decodificado. Descreve o ataque, não a sua exposição a ele.
Todas as pontuações coletadas
As fontes pontuam de forma independente e podem discordar; cada linha diz quem pontuou e em qual versão.
| Nota | Versão | Severidade | Explor. | Impacto | Pontuado por |
|---|---|---|---|---|---|
| 7.5 | CVSS 3.1 | Alta | 1.1 | 5.8 | security-advisories@github.com via NIST National Vulnerability Database |
| 7.5 | CVSS 3.1 | Alta | — | — | GitHub_M via CVE Program (cve.org) e CISA ADP |
| 6.3 | CVSS 3.1 | Média | 1.0 | 5.2 | nvd@nist.gov via NIST National Vulnerability Database |
CVSS:3.1/AV:L/AC:H/PR:L/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:N (nota exibida no topo: nvd@nist.gov) Fraqueza MITRE
Classe de fraqueza segundo o catálogo CWE do MITRE.
EPSS ao longo do tempo FIRST
13/10/2026 → 14/10/2026 · 2 leitura(s) · máximo 0.07%
Detecção
Derivado do vetor CVSS e da classe da fraqueza. Pontos de partida, não regras testadas.
- Vetor local/físico: concentre-se em telemetria de endpoint (EDR) dos hosts afetados.
Linha do tempo
O que aconteceu com esta CVE, do mais recente ao mais antigo.
- 2026
- Produtos afetados adicionados · ultravioletrs/cocos
- Avaliação SSVC atualizada
- Ficha publicada
- Correção documentada
- CVSS alterado · 6.3
- Status na fonte alterado · → Analyzed
- Registro criado nesta base
- CVE publicada
Atividade das fontes
Leituras que se repetem foram contadas em vez de listadas.
- 1× Descrição oficial atualizada · 13/10/2026 – 13/10/2026
Referências
1 no registro
Em outras páginas do site
CVEs relacionadas (mesmos produtos)
- Crítica CVE-2026-92701 Cocos AI: Intra-handshake attested TLS implementation is vulnerable to session-misbinding attacks for Intel TDX verifier path 27 d
- Crítica CVE-2026-92702 Cocos AI: Intra-handshake attested TLS implementation can accept Evidence with nil, empty, or omitted reportData in the AMD SEV-SNP path 27 d
Não consta em nenhuma fonte consultada
Listado em vez de deixado em branco: um campo vazio e um não medido parecem iguais na tela, e só um deles é motivo para procurar em outro lugar.
- Nenhum IOC confirmado (IPs, domínios, hashes ou artefatos de malware) fornecido.
- Nenhum inventário de ativos, controle compensatório ou evidência de implantação de patch da sua organização.
- Nenhuma captura de tráfego de exploração, amostra de log ou caso de incidente.
Respondido a partir deste registro
Texto montado apenas com os campos acima — sem afirmações adicionais.
O que os defensores devem saber primeiro?
CVE-2026-33697 é "CoCoS attested TLS is vulnerable to relay attacks via extracted ephemeral TLS keys", de severidade Média. Afeta Cocos Ai (Ultraviolet); as versões estão na tabela de escopo. Não está na CISA KEV, o que não exclui exploração. CVSS 6.3 descreve a severidade técnica. EPSS 0.07% estima a probabilidade de exploração em 30 dias; nenhum dos dois substitui o contexto dos seus ativos. Verifique primeiro se ativos expostos ou críticos executam as versões afetadas, aplique as correções ou mitigações do fabricante e preserve logs para análise.
Comentários
Discussão técnica moderada. Leia as regras da comunidade.
Nenhum comentário ainda.
Entre ou crie uma conta para comentar e sugerir correções.