CVE Intelligence
Alta Manipulação de arquivos

CVE-2026-46555 — WhatsApp MCP: Unauthenticated bridge API allows message sending and arbitrary file exfiltration

WhatsApp MCP Server is a Model Context Protocol (MCP) server for WhatsApp, enabling Claude to read and send WhatsApp messages. Prior to version 0.2.1, the `whatsapp-bridge` HTTP API listens on `127.0.0.1:8080` without authentication and without Host header validation, and the `/api/send` endpoint accepts an absolute `media_path` parameter without confining it to a safe directory. Combined, these issues allow any local process running as the same user as the bridge to send WhatsApp messages from the paired account without authorization; the same caller to read arbitrary files readable by the user (e.g. SSH private keys, browser session data, source code, dotfiles) and exfiltrate them as WhatsApp document attachments; and/or a remote attacker to trigger the same operations via DNS rebinding from a webpage the user visits, since no Host header validation is performed. In MCP environments, "local caller" extends beyond processes the user explicitly launched — sibling MCP servers, IDE extensions, and tool-triggered flows running in the user's session can act as the effective caller. This issue is fixed in whatsapp-mcp v0.2.1 and corresponding Docker images / release artifacts. Users should upgrade immediately. The fix introduces bearer token authentication on the bridge HTTP API (configured via environment variable, required on all requests, validated with constant-time comparison); host header allow-list validation to prevent DNS rebinding; and confinement of `media_path` to a configured directory, with rejection of absolute paths outside the root and path traversal sequences. This is a breaking change for clients of the bridge API. For users who cannot immediately upgrade: Stop the bridge, or block loopback access to port 8080, when the bridge is not actively in use; avoid running the bridge alongside untrusted MCP servers, browser extensions, or other untrusted local processes; avoid browsing untrusted sites while the bridge is running (DNS rebinding mitigation); and/or run the bridge under a dedicated user account or in a sandbox/container with no access to sensitive files.

Descrição oficial em inglês (tradução ainda não revisada).

Publicada em 20/07/2026 · Atualizada em 15/10/2026 · Fontes: NIST National Vulnerability Database, CVE Program (cve.org) e CISA ADP · CNA: GitHub_M

Quem explora e qual a prioridade

Nota de 0 a 100 que combina exploração confirmada, uso por ransomware e grupos APT, exploits públicos, EPSS e severidade.

Nenhum sinal de exploração nas fontes consultadas até agora.
Como a nota foi calculada
  • Severidade técnica (high)+6

A nota ordena a fila de correção; não substitui o contexto dos seus ativos (exposição à internet, criticidade, compensações).

Triagem

Está sendo explorada, qual a probabilidade de exploração, o que afeta e qual a severidade segundo as fontes.

Exploração
Não confirmada
Fora da CISA KEV — ausência de registro, não prova de que não é explorada.
EPSS FIRST
—
Sem pontuação EPSS.
Afeta
Verygoodplugins
Whatsapp Mcp Server e mais 1
CVSS base
7.1
Alta · 3 fonte(s)
Referência para priorização: 7.7 provisória

Avaliação SSVC da CISA CISA

Três pontos de decisão que a CISA publica para as CVEs que avalia (SSVC 2.0.3). Uma decisão de priorização, não uma nota de severidade.

Exploração
Nenhuma
nenhuma · prova de conceito · ativa
Automatizável
Não
se um atacante consegue automatizar as etapas da cadeia de ataque
Impacto técnico
Total
parcial · controle total do componente vulnerável

Remediação

Correções e mitigações documentadas pelas fontes — com link para o aviso original.

  • Patch documentado — github.com (NIST National Vulnerability Database)

Primeiras 24 horas

Ordenado a partir dos próprios campos do registro — exposição primeiro, porque não se corrige o que não se encontrou. Ponto de partida, gerado por regras.

  1. Identifique ativos expostos que executam as combinações de fabricante/produto/versão afetadas (Verygoodplugins Whatsapp Mcp Server, Verygoodplugins Whatsapp-mcp).
  2. Aplique a versão corrigida ou o patch documentado na seção Remediação.
  3. Procure nos logs disponíveis sinais de tentativa de exploração compatíveis com a classe da falha (manipulação de arquivos), erros e anomalias de autenticação.

Escopo afetado

Fabricante, produto e versões como as fontes os descrevem.

FabricanteProdutoVersõesStatusFonte
Verygoodplugins Whatsapp Mcp Server < 0.2.1 Vulnerável NIST National Vulnerability Database
Verygoodplugins Whatsapp-mcp versão < 0.2.1 Vulnerável CVE Program (cve.org) e CISA ADP

Características do ataque

O vetor CVSS decodificado. Descreve o ataque, não a sua exposição a ele.

Vetor de ataque
Local
Complexidade
Baixa
Privilégios exigidos
Baixos
Interação do usuário
Nenhuma
Escopo
Inalterado
Confidencialidade
Alto
Integridade
Alto
Disponibilidade
Nenhum

Todas as pontuações coletadas

As fontes pontuam de forma independente e podem discordar; cada linha diz quem pontuou e em qual versão.

NotaVersãoSeveridadeExplor.ImpactoPontuado por
7.7 CVSS 3.1 Alta 2.5 5.2 security-advisories@github.com via NIST National Vulnerability Database
7.7 CVSS 3.1 Alta — — GitHub_M via CVE Program (cve.org) e CISA ADP
7.1 CVSS 3.1 Alta 1.8 5.2 nvd@nist.gov via NIST National Vulnerability Database
CVSS:3.1/AV:L/AC:L/PR:L/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:N (nota exibida no topo: nvd@nist.gov)
As entidades avaliadoras (NIST, CNA, ADP) pontuam de forma independente; cada nota é exibida com sua origem. Para priorização, usamos 7.7 (security-advisories@github.com via NIST National Vulnerability Database) como referência conservadora provisória — não é uma nota oficial definitiva.

Fraqueza MITRE

Classe de fraqueza segundo o catálogo CWE do MITRE.

CWE-22 · Path Traversal

Outras CVEs com esta fraqueza →

Detecção

Derivado do vetor CVSS e da classe da fraqueza. Pontos de partida, não regras testadas.

  • Vetor local/físico: concentre-se em telemetria de endpoint (EDR) dos hosts afetados.
  • Monitore criação de arquivos em diretórios web e caminhos com sequências de travessia (../).
telemetria de endpoint (EDR)integridade de arquivos (FIM)

Linha do tempo

O que aconteceu com esta CVE, do mais recente ao mais antigo.

  • 2026
  • Produtos afetados adicionados · verygoodplugins/whatsapp-mcp
    15/10/2026 · CVE Program (cve.org) e CISA ADP
  • Avaliação SSVC atualizada
    15/10/2026 · CVE Program (cve.org) e CISA ADP
  • Ficha publicada
    15/10/2026
  • Correção documentada
    15/10/2026 · NIST National Vulnerability Database
  • CVSS alterado · 7.1
    15/10/2026 · NIST National Vulnerability Database
  • Status na fonte alterado · → Analyzed
    15/10/2026 · NIST National Vulnerability Database
  • Registro criado nesta base
    15/10/2026 · NIST National Vulnerability Database
  • CVE publicada
    20/07/2026 · GitHub_M

Atividade das fontes

Leituras que se repetem foram contadas em vez de listadas.

  • 1× Descrição oficial atualizada · 15/10/2026 – 15/10/2026

Referências

3 no registro

Em outras páginas do site

Verygoodplugins
todas as CVEs deste fabricante
CWE-22
outras páginas com esta fraqueza

Não consta em nenhuma fonte consultada

Listado em vez de deixado em branco: um campo vazio e um não medido parecem iguais na tela, e só um deles é motivo para procurar em outro lugar.

  • Sem pontuação EPSS da FIRST.
  • Nenhum IOC confirmado (IPs, domínios, hashes ou artefatos de malware) fornecido.
  • Nenhum inventário de ativos, controle compensatório ou evidência de implantação de patch da sua organização.
  • Nenhuma captura de tráfego de exploração, amostra de log ou caso de incidente.

Respondido a partir deste registro

Texto montado apenas com os campos acima — sem afirmações adicionais.

O que os defensores devem saber primeiro?

CVE-2026-46555 é "WhatsApp MCP: Unauthenticated bridge API allows message sending and arbitrary file exfiltration", de severidade Alta. Afeta Whatsapp Mcp Server (Verygoodplugins); as versões estão na tabela de escopo. Não está na CISA KEV, o que não exclui exploração. CVSS 7.1 descreve a severidade técnica. Verifique primeiro se ativos expostos ou críticos executam as versões afetadas, aplique as correções ou mitigações do fabricante e preserve logs para análise.

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