CVE-2026-49820 — Probo has an open redirect bypass via path normalization
Probo is a self-hostable governance, risk, and compliance (GRC) platform built for engineering and security teams. Probo's `saferedirect` package validates redirect URLs used across authentication flows (OIDC, SAML, session transfer, OAuth connectors, and trust-center magic links). Prior to version 0.19.3.1, the validator only inspected the second character of relative paths, so a URL like `/../\evil.com` passed validation because the second character is `.`. Go's `http.Redirect` normalizes this path to `/\evil.com` before setting the `Location` header. Browsers can interpret the backslash as a host separator and redirect the user to an external domain (`https://evil.com`), bypassing the intended same-origin restriction. This enables open-redirect phishing: an attacker can craft a `continue` parameter (or embed a malicious URL in a session-transfer token) that appears to originate from a trusted Probo domain but redirects victims elsewhere. This is fixed in `go.probo.inc/probo` 0.193.1 by normalizing relative paths with `path.Clean` before validation, rejecting backslashes (including percent-encoded `%5c`) anywhere in the path, and re-checking the normalized result for protocol-relative and backslash prefixes. Self-hosted deployments should upgrade to probod v0.194.1 or later. SaaS deployments on getprobo.com are patched. No practical workaround is available for self-hosted installations.
Descrição oficial em inglês (tradução ainda não revisada).
Quem explora e qual a prioridade
Nota de 0 a 100 que combina exploração confirmada, uso por ransomware e grupos APT, exploits públicos, EPSS e severidade.
Como a nota foi calculada
- Severidade técnica (medium)+3
A nota ordena a fila de correção; não substitui o contexto dos seus ativos (exposição à internet, criticidade, compensações).
Triagem
Está sendo explorada, qual a probabilidade de exploração, o que afeta e qual a severidade segundo as fontes.
Avaliação SSVC da CISA CISA
Três pontos de decisão que a CISA publica para as CVEs que avalia (SSVC 2.0.3). Uma decisão de priorização, não uma nota de severidade.
Remediação
Correções e mitigações documentadas pelas fontes — com link para o aviso original.
Nenhuma correção documentada pelas fontes consultadas. Isso não significa que não exista: verifique o aviso do fabricante.
Primeiras 24 horas
Ordenado a partir dos próprios campos do registro — exposição primeiro, porque não se corrige o que não se encontrou. Ponto de partida, gerado por regras.
- Identifique ativos expostos que executam as combinações de fabricante/produto/versão afetadas (Getprobo Probo).
- O ataque é pela rede e não exige privilégios: restrinja a exposição (ACLs, VPN, WAF) até corrigir.
- Nenhuma correção documentada nas fontes: reduza a exposição e monitore o aviso do fabricante.
- A exploração exige interação do usuário: reforce filtros de e-mail/web e alerte os usuários afetados.
- Procure nos logs disponíveis sinais de tentativa de exploração compatíveis com a classe da falha (redirecionamento aberto), erros e anomalias de autenticação.
Escopo afetado
Fabricante, produto e versões como as fontes os descrevem.
Características do ataque
O vetor CVSS decodificado. Descreve o ataque, não a sua exposição a ele.
Todas as pontuações coletadas
As fontes pontuam de forma independente e podem discordar; cada linha diz quem pontuou e em qual versão.
| Nota | Versão | Severidade | Explor. | Impacto | Pontuado por |
|---|---|---|---|---|---|
| 4.7 | CVSS 3.1 | Média | 2.8 | 1.4 | security-advisories@github.com via NIST National Vulnerability Database |
| 4.7 | CVSS 3.1 | Média | — | — | GitHub_M via CVE Program (cve.org) e CISA ADP |
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:R/S:C/C:N/I:L/A:N (nota exibida no topo: security-advisories@github.com) Fraqueza MITRE
Classe de fraqueza segundo o catálogo CWE do MITRE.
Detecção
Derivado do vetor CVSS e da classe da fraqueza. Pontos de partida, não regras testadas.
- Priorize telemetria de borda para o componente exposto na rede (proxy, WAF, IDS/IPS).
Linha do tempo
O que aconteceu com esta CVE, do mais recente ao mais antigo.
- 2026
- Produtos afetados adicionados · getprobo/probo
- Avaliação SSVC atualizada
- Ficha publicada
- CVSS alterado · 4.7
- Status na fonte alterado · → Deferred
- Registro criado nesta base
- CVE publicada
Atividade das fontes
Leituras que se repetem foram contadas em vez de listadas.
- 1× Descrição oficial atualizada · 15/10/2026 – 15/10/2026
Referências
2 no registro
Em outras páginas do site
Não consta em nenhuma fonte consultada
Listado em vez de deixado em branco: um campo vazio e um não medido parecem iguais na tela, e só um deles é motivo para procurar em outro lugar.
- Sem pontuação EPSS da FIRST.
- Nenhuma versão corrigida, patch ou mitigação documentada.
- Nenhum IOC confirmado (IPs, domínios, hashes ou artefatos de malware) fornecido.
- Nenhum inventário de ativos, controle compensatório ou evidência de implantação de patch da sua organização.
- Nenhuma captura de tráfego de exploração, amostra de log ou caso de incidente.
Respondido a partir deste registro
Texto montado apenas com os campos acima — sem afirmações adicionais.
O que os defensores devem saber primeiro?
CVE-2026-49820 é "Probo has an open redirect bypass via path normalization", de severidade Média. Afeta Probo (Getprobo); as versões estão na tabela de escopo. Não está na CISA KEV, o que não exclui exploração. CVSS 4.7 descreve a severidade técnica. Verifique primeiro se ativos expostos ou críticos executam as versões afetadas, aplique as correções ou mitigações do fabricante e preserve logs para análise.
Comentários
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