CVE-2026-57149 — plone.app.portlets.portlets provides a Plone-specific user interface for plone.portlets…
plone.app.portlets.portlets provides a Plone-specific user interface for plone.portlets, as well as a standard set of portlets that ship with Plone. Starting in version 5.0.0 and prior to versions 5.0.8, 6.0.4, and 7.0.2, the Classic portlet (plone.app.portlets.portlets.classic) used its user-supplied template/macro fields to build a TALES path expression that was then evaluated by the TAL path() helper. Because the value was interpreted as a full TALES expression, a user able to add or edit a Classic portlet could supply a crafted value that escapes simple path traversal and is evaluated as arbitrary code. This is exploitable by any authenticated user who can configure a Classic portlet - which, with the default role map, includes regular users on their personal dashboard. The result is code execution in the context of the Plone process, i.e. a privilege escalation across the trust boundary between an authenticated web user and the server-side process. The problem has been patched in `plone.app.portlets` 5.0.8, 6.0.4, and 7.0.2. Some workarounds are available. Restrict who can manage portlets: remove the `plone.app.portlets.ManageOwnPortlets` permission from untrusted roles, and limit Manage portlets to trusted administrators (usually this is already restricted to the Manager and Site Administrator roles). Where the Classic portlet is not needed, unregister it so it cannot be added. This would need to be done by editing a `portlets.xml` in your own code. One may also effectively disable showing the classic portlet by customising its template. In the Zope Management Interface go to the `portal_view_customizations` tool, locate the `classic.pt` template and click it. Click the Customize button. Remove all text and replace it with `<div>The classic portlet was disabled.</div>`. (This is not a recommended way of customizing a template, but in this case it is quite effective.)
Descrição oficial em inglês (tradução ainda não revisada).
Quem explora e qual a prioridade
Nota de 0 a 100 que combina exploração confirmada, uso por ransomware e grupos APT, exploits públicos, EPSS e severidade.
Como a nota foi calculada
- Severidade técnica (critical)+10
A nota ordena a fila de correção; não substitui o contexto dos seus ativos (exposição à internet, criticidade, compensações).
Triagem
Está sendo explorada, qual a probabilidade de exploração, o que afeta e qual a severidade segundo as fontes.
Remediação
Correções e mitigações documentadas pelas fontes — com link para o aviso original.
Nenhuma correção documentada pelas fontes consultadas. Isso não significa que não exista: verifique o aviso do fabricante.
Primeiras 24 horas
Ordenado a partir dos próprios campos do registro — exposição primeiro, porque não se corrige o que não se encontrou. Ponto de partida, gerado por regras.
- Os produtos afetados ainda não foram identificados pelas fontes: acompanhe o aviso do fabricante e mapeie possíveis ativos pelo nome do componente.
- Nenhuma correção documentada nas fontes: reduza a exposição e monitore o aviso do fabricante.
- Procure nos logs disponíveis sinais de tentativa de exploração compatíveis com a classe da falha (injeção), erros e anomalias de autenticação.
Escopo afetado
Fabricante, produto e versões como as fontes os descrevem.
Produtos afetados ainda não identificados pelas fontes.
Características do ataque
O vetor CVSS decodificado. Descreve o ataque, não a sua exposição a ele.
Todas as pontuações coletadas
As fontes pontuam de forma independente e podem discordar; cada linha diz quem pontuou e em qual versão.
| Nota | Versão | Severidade | Explor. | Impacto | Pontuado por |
|---|---|---|---|---|---|
| 9.9 | CVSS 3.1 | Crítica | 3.1 | 6.0 | security-advisories@github.com via NIST National Vulnerability Database |
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:L/UI:N/S:C/C:H/I:H/A:H (nota exibida no topo: security-advisories@github.com) Fraqueza MITRE
Classe de fraqueza segundo o catálogo CWE do MITRE.
Detecção
Derivado do vetor CVSS e da classe da fraqueza. Pontos de partida, não regras testadas.
- Priorize telemetria de borda para o componente exposto na rede (proxy, WAF, IDS/IPS).
- Procure parâmetros com metacaracteres de comando/consulta e processos filhos inesperados do serviço.
Linha do tempo
O que aconteceu com esta CVE, do mais recente ao mais antigo.
- 2026
- Ficha publicada
- CVSS alterado · 9.9
- Status na fonte alterado · → Awaiting Analysis
- Registro criado nesta base
- CVE publicada
Atividade das fontes
Leituras que se repetem foram contadas em vez de listadas.
- 1× Descrição oficial atualizada · 15/10/2026 – 15/10/2026
Referências
1 no registro
Em outras páginas do site
Não consta em nenhuma fonte consultada
Listado em vez de deixado em branco: um campo vazio e um não medido parecem iguais na tela, e só um deles é motivo para procurar em outro lugar.
- Sem pontuação EPSS da FIRST.
- Nenhum produto/versão afetado com evidência nas fontes.
- Nenhuma versão corrigida, patch ou mitigação documentada.
- Sem avaliação SSVC da CISA.
- Nenhum IOC confirmado (IPs, domínios, hashes ou artefatos de malware) fornecido.
- Nenhum inventário de ativos, controle compensatório ou evidência de implantação de patch da sua organização.
- Nenhuma captura de tráfego de exploração, amostra de log ou caso de incidente.
Respondido a partir deste registro
Texto montado apenas com os campos acima — sem afirmações adicionais.
O que os defensores devem saber primeiro?
CVE-2026-57149 é "plone.app.portlets.portlets provides a Plone-specific user interface for plone.portlets…", de severidade Crítica. Os produtos afetados ainda não foram identificados pelas fontes. Não está na CISA KEV, o que não exclui exploração. CVSS 9.9 descreve a severidade técnica. Verifique primeiro se ativos expostos ou críticos executam as versões afetadas, aplique as correções ou mitigações do fabricante e preserve logs para análise.
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